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Cerveja Cintra lança campanha no Rio para escolher sua nova garota propaganda

A Cintra lança,essa semana, a campanha Isso que é musa, um grande concurso regional para escolher uma garota propaganda. Considerada a maior ação promocional da história da marca, estará em mais de 50 mil pontos de venda no Rio de Janeiro. Para divulgar o concurso e as candidatas semifinalistas, diversos eventos serão realizados em locais de grande visibilidade no Rio de Janeiro, São Gonçalo e municípios da Baixada Fluminense.

As candidatas a musa da Cintra poderão se inscrever, entre os dias 4 de abril e 15 de maio, através do hotsite da campanha,  www.issoqueemusa.com.br. A vencedora será anunciada em setembro e receberá como prêmio um carro 0 km. A campanha é uma criação da Binder Visão Estratégica / Stage 01 Marketing Promocional.

Todas as ações promocionais e a interação com o público serão registradas e postadas no blog Diário de Musa, dentro do hotsite da promoção, que já está no ar. No blog, as web musas Pietra Príncipe (do programa Papo Calcinha, no Multishow), Charline Messa e Priscilla Pacheco darão dicas de como se tornar uma musa de verdade. Além da Internet, a campanha promocional também envolve mídia exterior (outdoor, busdoor, peças de mall), merchandising em TV, spots para rádio e anúncios para jornais.

“O Rio de Janeiro é um mercado muito importante. O estado representa parcela importante do consumo total de cerveja no país. Por isso, estamos investindo nessa campanha regional. A expectativa da Schincariol é crescer cerca de 10% no volume de vendas da Cintra no Rio de Janeiro durante a campanha”, explica Luiz Claudio Taya, diretor de Marketing da Schincariol.

A campanha terá diversas fases. As 20 semifinalistas candidatas a garota propaganda Cintra serão escolhidas pelo público, que votará pelo site.

Ficha técnica:

Anunciante: Grupo Schincariol
Produto: Cerveja Cintra
Título da campanha: Isso que é musa
Agência: Binder Visão Estratégica / Stage01 Marketing Promocional
Direção de Criação: Alexandre Motta e Marcus Saulnier (Head of Art)
Criação: Marcus Saulnier, Alexandre Motta, José Francisco Tapajós, Rafael Pfaltzgraff, Miguel Bandeira, Marie Julie, Allan Kirsten, Luiz Novelino e Eduardo Mello
Atendimento: Renata Barbosa, Daniel Batista e Claudio Romano
Mídia: Andréa Afonso, Felipe Novaes, Renata Vasconcelos
Planejamento: Glaucio Binder e Luiz Madrid
Fotografia: Ricardo Cunha
Manipulação: Leandro Esparça
Ações Promocionais: Regina Meletti, Emmanuel Guterres e Heitor Lima
Mídias Sociais: Patrícia Moura, Aline Magno e Lívia Lamblet
Art buyer/Produção Gráfica: Luiza Maggessi e André Sá
Aprovação/cliente: Adriano Schincariol, Luiz Claudio Taya, Guilherme Moraes, Bruno Piccirello, Eduardo Yazbek, Angelica Nespoli, Jaína Camargo

Binder na mídia: redes sociais

Na edição de março desse ano, a revista Você S/A publicou uma reportagem sobre a importância do networking nas redes sociais, destacando as dicas para os profissionais no ambiente online. A gestora de mídias sociais da Binder, Patrícia Moura, dá seus conselhos sobre como aumentar sua relevância na web.

Veja a matéria, na íntegra:


Por que as pessoas dão “curtir” no Facebook?

De acordo com a pesquisa da Exact Target e CoTweet  40% se motivou a dar um “curtir” para receber descontos e promoções, 36% para ganhar brindes ou cupons e 33% para receber informações de futuros lançamentos.

 Facebook é mais pessoal do que profissional. 59% disseram manter relacionamentos pessoais e apenas 15% usam para contatos profissionais. O que sugere que as pessoas estão na rede para se distrair.

Uma das lições que podemos tirar é que ações de marketing que contenham algum tipo de desconto e entretenimento ou diversão possuem um potencial maior de sucesso.

Porque os consumidores usam o Facebook

Oferecer descontos e ofertas especiais para fãs é bacana, porém precisamos pensar além disso. As redes sociais também permitem as marcas ouvir, compartilhar e desenvolver relacionamentos.

Para aqueles que desconfiam do avanço do Facebook no Brasil, vejam a curva de crescimento do volume de buscas por Facebook no país.

Buscas pro Facebook

Você pode acessar a pesquisa completa.

Ranking das redes sociais on-line no Brasil

Com a ascensão das mídias sociais no país não faltam matérias, notícias e pesquisas a serem publicadas sobre o tema abordando o comportamento sociável do brasileiro adepto às novas tecnologias. Muito se fala em números e pouco se fala em teoria. Partindo dos pressupostos teóricos, quais seriam as maiores redes sociais on-line no Brasil por número de usuários ativos?

Segundo pesquisa publicada pelo Ibope Net Ratings na revista Época em junho deste ano, o Top 10 Brasil seria:
1- MSN * com 27.4 milhões
2- Orkut  com 26 milhões
3- Youtube com 20 milhões
4- Twitter com 9.8 milhões
5- Facebook com 9.6 milhões
6- Skype * com 5 milhões
7- FormSpring * com 4 milhões
8- Flickr com 3.5 milhões
9- Ning com 3 milhões
10- Sônico com 2 milhões

Estas ferramentas são redes sociais on-line? Vamos às questões a serem debatidas:
- Em primeiro lugar, a pesquisa publicada na época se refere ao número de usuários brasileiros no MSN como “comunicador instantâneo, concorrendo com ICQ e Gtalk”. Portanto, não estaria ela se referindo ao site de rede social Windows Live Messenger, perdendo o posto para o Orkut.

Parecem, mas não são:
- O Skype não configura um site de rede social e, sim, um comunicador instantâneo como MSN. E o Formspring, por sua vez, seria uma espécie de FAQ 2.0 ou um aplicativo integrado às redes sociais. Mas por que não configuram? Vejamos as características dos sites de redes sociais on-line conforme a teoria (Boyd & Ellison, 2007):

• Capacidade de criar um perfil
• Exibição da rede de cada usuário
• Capacidade de compartilhamento de informações

Sendo assim, quem entrou e quem saiu do ranking de maiores redes sociais on-line no Brasil:
1.Orkut – 26 milhões
2.Youtube – 20 milhões
3.Twitter – 9.8 milhões
4.Facebook – 9.6 milhões
5.Yahoo Respostas * – 5.5 milhões
6.Flickr – 3.5 milhões
7.Ning – 3 milhões
8.Sonico – 2 milhões
9.Myspace – 1,5 milhão
10.LinkedIn – 1,5 milhão

O infográfico apresentado pela BBC News, com pesquisa da Nielsen Company (junho de 2010) aponta como as cinco maiores redes sociais no Brasil: Orkut, Facebook, Twitter, Ig Comunidades e UOL Comunidades. Na busca realizada para a redação deste post, nenhuma rede social on-line com nome de “Ig comunidades” foi encontrada. Já “UOL comunidades” pode ser um novo nome para o “UolKut”. Neste caso, na briga pelo 5º lugar do ranking, teríamos o Uol K e o Yahoo Respostas, que em 2009, já possuía mais 5.5 milhões de usuários ativos no país.

Observações cabíveis: Não foram compiladas redes sociais on-line de marcas, não encontramos dados de usuários ativos para a rede social do Windows live, nem UOL K e não estamos diferenciando serviços pagos de gratuitos. Estes dados estão mudando no momento da sua leitura.

The Social Network – História do Facebook

“The Social Network” é o longa-metragem sobre a história do Facebook que abrirá o Festival de Cinema de Nova York, em setembro. E tem estréia prevista para o dia 9 de Dezembro no Brasil.

O longa dirigido por David Fincher é baseado no livro “The accidental billionaires: the founding of Facebook, a tale of sex, money, genius and betrayal”.  A abordagem principal do filme é o relacionamento do fundador do Facebook, Mike Zuckerberg e Eduardo Saverin, brasileiro que foi co-fundador da rede social e que diz ter sido passado para atrás durante o crescimento do negócio.

O Facebook nasceu em 2003, na Universidade de Harvard, onde Zuckerberg estudou e desenvolveu a ferramenta à procura de maior diversão. Ele queria saber o que os colegas estavam fazendo. A princípio, a interação era permitida apenas para os estudantes da universidade.

Semana passada, o Facebook anunciou ter chegado aos 500 milhões de usuários em todo o mundo. Nessa mesma semana, Mark Zuckerberg, deu uma entrevista à TV, onde classificou como “aborrecida’’ a história de sucesso da empresa, uma versão diferente da que o filme irá apresentar.

O fato é que certamente, ”Like, dislike” promete ser um dos títulos mais comentados do ano.

Abaixo alguns fatos desconhecidos sobre o facebook:

1 - O logotipo original do serviço era o rosto do ator Al Pacino.

2 - Em média, 200 mil pessoas se cadastram no Facebook todos os dias e permanecem 55 minutos no site.

3 - Um usuário médio tem 130 amigos.

4 - Entre os usuários, a categoria demográfica que mais cresce: mulheres acima de 55 anos (900% entre 2009 e 2010). A que mais cai: universitários (queda de 55% no mesmo período).

5 – O site é cheio de “Easter Eggs”, frases e mensagens ocultas que às vezes se revelam em determinadas buscas.

6 - O casaco preto com capuz sempre usado por Mark Zuckrberg em suas aparições é considerado uma marca registrada do site tanto quanto o logotipo azul.

7 - Um estudo mostrou que mulheres costumam ter 55% a mais de mensagens em seus murais.

Confira o trailer abaixo:

Fonte: Terra

Empresas no Twitter

A fusão irreversível entre o mundo offline e online fica cada vez mais clara, visto que, as redes sociais só crescem ao redor de todo o mundo. Inclusive, Henrique de Castro (VP de Global Media e Plataformas do Google) aconselhou na sua palestra em Cannes que denominações online e offline fossem abolidas.

Pensando assim, é importante também refletir nos males que essas mídias sociais trazem. Diante dessa fusão, é preciso atentar-se não só a postura nas ruas como na web.

Essa imagem mostra passo -a- passo como as empresas podem fazer para conquistar sucesso em uma das mídias mais usadas no mundo todo atualmente, o Twitter. E mostra também como a mesma é capaz de acabar com a imagem da empresa. Além de mostrar os principais erros e práticas na rede social.

Fonte: @missmoura


@earlybird, o perfil publicitário do Twitter.

O Twitter colocou no ar essa semana uma conta misteriosa chamada @earlybird. O novo ‘’@’’ surgiu restrito,  fazendo com que os usuários da rede social solicitassem um pedido para se tornar seguidor. Hoje o mistério foi desvendado.



O @earlybird foi criado para a publicação de promoções especiais e ofertas. Como todos os perfis no Twitter, é preciso que você siga para receber informações da conta, fazendo com que a publicidade não seja invasiva. Vale lembrar que o Promoted Tweets e Promoted Trends já funcionam dessa forma.

O Early Bird, a principio, é voltado para clientes selecionados nos Estados Unidos. Os anunciantes vão pagar para suas promoções e/ou ofertas serem ‘’tweetadas’’ para seus seguidores.

Fonte: BrainStorm#9  e Tecnoblog

Social Games – Modelo de negócio lucrativo

Há pouco tempo foram publicados alguns dados pelo Inside Facebook que apresentam um crescimento significativo do site na América Latina, sendo o Brasil o país com o maior percentual total de crescimento na rede social. Algumas hipóteses podem comprovar esse crescimento, como por exemplo, aplicativos de jogos, os chamados Social Games.

De acordo com uma matéria divulgada pela Folha Online, Máfia Wars e Farm Ville, são os social games mais conhecidos do Facebook pelos internautas brasileiros e apontam que acumularam respectivamente, 456 mil (26%) e 608 (35%) mil visitas no Brasil.

O Orkut oferece aplicativos semelhantes ao do Facebook, como por exemplo, a Colheita Feliz (que nessa segunda foi disponibilizado também pelo Facebook), entretanto sua interface dificulta o uso, reduzindo de modo considerável a busca pelos mesmos.

A Zynga é a companhia de games norte-americana responsável pela produção do Farm Ville e Mafia Wars. Recentemente uma divergência com executivos do Facebook acarretou um acordo da produtora com o Yahoo que segundo uma pesquisa feita pela Doubleclick, que indicava os 1000 sites mais visitados da web, é justamente o maior concorrente do Facebook pela popularidade, deixando claro que a rede social mais popular do mundo não é mais o foco da produtora.

Diante de tantas comprovações de que esses aplicativos são os maiores atrativos para os internautas nas redes sociais, é possível comprovar também, que os social games deixaram de ser tendência e viraram modelo de negócio lucrativo.

Pepsi Loot – Aplicativo geosocial

Não é novidade, a tendência de investimentos nas mídias sociais. Muitas empresas já se aventuraram até mesmo na criação de suas próprias redes sociais, sem obter muito sucesso. Ainda assim, outras continuam acreditando nos benefícios que essas novas mídias podem trazer

A marca Pepsi, por exemplo, criou o Pepsi Loot, um aplicativo geosocial.
E de olho nas falhas de outras empresas inovou na funcionalidade. As pessoas que efetuarem o check-in nas localidades onde o produto é comercializado serão premiadas com conteúdo musical. Por enquanto o aplicativo é restrito para Iphone e pode ser integrado com Facebook e Twitter.

Vale lembrar que a Pepsi foi pioneira em investimento no Foursquare.

E não pára por ai, a marca esse ano resolveu retirar seu investimento financeiro em anúncios de 30 segundos do grandioso Super Bowl e investir em um projeto social que envolveu mídias sociais.
O Refresh Everything tinha a idéia de reunir pessoas em prol de um mundo melhor. As idéias foram apresentadas ao público para decisão de quais mereciam o investimento que variava de R$ 5 mil, R$25 mil, R$250 mil dólares.

Mas o projeto levantou uma questão importante, se a idéia tinha como objetivo principal tornar o mundo um lugar melhor, porque beneficiar só os Estados Unidos?

Mídias Sociais: mania ou revolução?

Mídias Sociais surgem como a mais nova forma de democratização de conteúdo, e a cada momento que se passa, somos surpreendidos com números exuberantes, e que só vêm crescendo, de acessos a vídeos, usuários em uma ou outra rede, novos aplicativos, novas aplicabilidades e muito mais.

Se pararmos pra pensar que o mundo levou 13 anos para conseguir fazer com que a televisão atingisse 50 milhões de telespectadores, e que em apenas 1 ano o Facebook conseguiu reunir 200 milhões de usuários, entendemos a real força desta nova mídia.

É espantador imaginar que as vendas de ebooks para Kindle superaram as vendas de  livros em papel no Natal, e tudo indica que isto possa tornar-se uma tendência universal, com o passar do tempo.

As mídias sociais trazem notícias, marcas e produtos até o internauta, sem este precisar nem ao menos buscá-las. Há quem pense que esta nova mídia não passa de uma mania global, mas o vídeo a seguir comprova, mais do que nunca, que devemos tomá-la como uma mudança fundamental na forma de comunicação.