Arquivo da categoria: Mídia

Binder na Mídia

Confiram a entrevista do Sócio e Diretor de Atendimento da Binder Visão Estratégica, Glaucio Binder, na coluna Negócios & Cia., no caderno de Economia do Jornal O Globo. Foi publicada no dia 28/04/2011.

Anúncios

Cerveja Cintra lança campanha no Rio para escolher sua nova garota propaganda

A Cintra lança,essa semana, a campanha Isso que é musa, um grande concurso regional para escolher uma garota propaganda. Considerada a maior ação promocional da história da marca, estará em mais de 50 mil pontos de venda no Rio de Janeiro. Para divulgar o concurso e as candidatas semifinalistas, diversos eventos serão realizados em locais de grande visibilidade no Rio de Janeiro, São Gonçalo e municípios da Baixada Fluminense.

As candidatas a musa da Cintra poderão se inscrever, entre os dias 4 de abril e 15 de maio, através do hotsite da campanha,  www.issoqueemusa.com.br. A vencedora será anunciada em setembro e receberá como prêmio um carro 0 km. A campanha é uma criação da Binder Visão Estratégica / Stage 01 Marketing Promocional.

Todas as ações promocionais e a interação com o público serão registradas e postadas no blog Diário de Musa, dentro do hotsite da promoção, que já está no ar. No blog, as web musas Pietra Príncipe (do programa Papo Calcinha, no Multishow), Charline Messa e Priscilla Pacheco darão dicas de como se tornar uma musa de verdade. Além da Internet, a campanha promocional também envolve mídia exterior (outdoor, busdoor, peças de mall), merchandising em TV, spots para rádio e anúncios para jornais.

“O Rio de Janeiro é um mercado muito importante. O estado representa parcela importante do consumo total de cerveja no país. Por isso, estamos investindo nessa campanha regional. A expectativa da Schincariol é crescer cerca de 10% no volume de vendas da Cintra no Rio de Janeiro durante a campanha”, explica Luiz Claudio Taya, diretor de Marketing da Schincariol.

A campanha terá diversas fases. As 20 semifinalistas candidatas a garota propaganda Cintra serão escolhidas pelo público, que votará pelo site.

Ficha técnica:

Anunciante: Grupo Schincariol
Produto: Cerveja Cintra
Título da campanha: Isso que é musa
Agência: Binder Visão Estratégica / Stage01 Marketing Promocional
Direção de Criação: Alexandre Motta e Marcus Saulnier (Head of Art)
Criação: Marcus Saulnier, Alexandre Motta, José Francisco Tapajós, Rafael Pfaltzgraff, Miguel Bandeira, Marie Julie, Allan Kirsten, Luiz Novelino e Eduardo Mello
Atendimento: Renata Barbosa, Daniel Batista e Claudio Romano
Mídia: Andréa Afonso, Felipe Novaes, Renata Vasconcelos
Planejamento: Glaucio Binder e Luiz Madrid
Fotografia: Ricardo Cunha
Manipulação: Leandro Esparça
Ações Promocionais: Regina Meletti, Emmanuel Guterres e Heitor Lima
Mídias Sociais: Patrícia Moura, Aline Magno e Lívia Lamblet
Art buyer/Produção Gráfica: Luiza Maggessi e André Sá
Aprovação/cliente: Adriano Schincariol, Luiz Claudio Taya, Guilherme Moraes, Bruno Piccirello, Eduardo Yazbek, Angelica Nespoli, Jaína Camargo

Empresas no Twitter

A fusão irreversível entre o mundo offline e online fica cada vez mais clara, visto que, as redes sociais só crescem ao redor de todo o mundo. Inclusive, Henrique de Castro (VP de Global Media e Plataformas do Google) aconselhou na sua palestra em Cannes que denominações online e offline fossem abolidas.

Pensando assim, é importante também refletir nos males que essas mídias sociais trazem. Diante dessa fusão, é preciso atentar-se não só a postura nas ruas como na web.

Essa imagem mostra passo -a- passo como as empresas podem fazer para conquistar sucesso em uma das mídias mais usadas no mundo todo atualmente, o Twitter. E mostra também como a mesma é capaz de acabar com a imagem da empresa. Além de mostrar os principais erros e práticas na rede social.

Fonte: @missmoura


Cellofarm lança campanha para Estafan C

Para investir na comunicação de uma das principais marcas em seu portfólio, o antifatigante Estafan C, a Cellofarm Farmacêutica lançou uma ação inusitada em rádio, desenvolvida pela Binder Visão Estratégica em conjunto com o Sistema Globo de Rádio. A música toca na estação e logo começa a ter “interferências” e a ficar lenta, até ser interrompida pela frase: “Por que parou? Parou por quê? Tá estafado? Estafan C para você continuar cantando, com muita energia e disposição! Agora vai!”. Em seguida, a música é reproduzida na íntegra.

Além da ação de intervenção nas rádios, a campanha também conta com jingles e painéis para estações do Metrô e SuperVia, no RJ e em SP. A campanha também está sendo veiculada em São Luis/MA, Recife/PE e Belém/PA.

Campanha Estafan C Rádio

Ficha Técnica:

Título: Parou por quê?

Anunciante: Cellofarm Farmacêutica

Produto: Estafan C

Agência: Binder Visão Estratégica

Direção de Criação: Alexandre Motta e Marcus Saulnier (Head of Art)

Criação: Paulo Salgueiro e Leandro Euzébio

Fotografia: Hudy Huhold

RTVC: Marcela Santos

Mídia: Andrea Afonso e Andrea Corrado

Atendimento: Christina Santos e Karen do Nascimento

Aprovação/Cliente: Jackson Figueiredo e Louise Viana

Orkutnografia

Confira o artigo do Sócio e Diretor de Planejamento da Binder/FC+M, Flávio Cordeiro, publicado na edição de agosto da Revista Imprensa:

okutnografia

A etnografia assumiu um papel fundamental no mundo moderno, quando Bronislaw   Malinowski propôs, em “Os Argonautas do Pacífico ocidental”,   um método para os antropólogos que os levaria a deixar o gabinete   e investigar os grupos sociais diretamente, partilhando do cotidiano das sociedades   em estudo na condição de observadores participantes.

Como todo método, a observação participante tem suas regras.   Em geral trata-se de um processo complexo: o pesquisador demora um tempo até   ser aceito pelo grupo e pressupõe um “intermediário”,   quase sempre um membro da comunidade com um pé no mundo exterior, que   lhe abra as portas e assegure uma entrada suave. Quem observa deve saber que   ao mesmo tempo está sendo observado e jamais será um “nativo”   – sempre haverá curiosidade e desconfiança sobre ele e,   consequentemente, alguma alteração no comportamento cotidiano   do grupo. Com o tempo, o observador se torna “invisível”.

Agora que vivemos no epicentro da sociedade em rede, seria possível adaptar   o método antropológico a um tempo em que a internet se tornou   para muitos o principal ambiente de socialização, com pouca distinção   entre redes sociais “reais” e “virtuais”?

A revista inglesa The Economist alertou em edição recente para   o fato de que redes sociais como Facebook, MySpace e Orkut estão longe   de encontrar um modelo econômico lucrativo, mas perto de se tornarem universais,   parte corriqueira da vida das pessoas, um novo horizonte de sociabilidade. Acredito   que aí se encontra a resposta para a pergunta que fiz no parágrafo   anterior.

O olhar do marketing sobre as redes sociais tem se concentrado em como explorá-las   como canal de mídia. É a mesma lógica do colonizador europeu   em relação ao novo mundo no século XVI: explorar sem deixar   nada em troca. Essa lógica “extrativista” tem se mostrado   ineficiente, basicamente pela rejeição ao “estrangeiro”,   que invade de maneira pouco sutil o espaço do grupo para “engajar”   e “mobilizar” seus membros (esses são os neologismos mais   comuns utilizados pelos novos teóricos de mídias sociais.)

Acredito que é possível desenvolver um outro olhar sobre o potencial   de marketing das redes sociais. Num mundo cada vez mais volátil e sem   identidade, precisamos de símbolos para indicar nosso lugar no mundo,   nossa filiação real e simbólica. Em geral, aplicamos esse   raciocínio para conceituar marcas, mas o que são as comunidades   do Orkut, senão unidades simbólicas de afiliação?

Se Malinowiski e Levi Strauss utilizaram a etnografia para entender os códigos   culturais de tribos primitivas, hoje podemos utilizar redes sociais para mapear   as várias tribos urbanas, que têm no Orkut e afins seu principal   canal de autoexpressão, criação e disseminação   de códigos culturais. Por meio de redes sociais, podemos realizar mapeamentos   culturais, baseados em códigos linguísticos, iconográficos,   éticos e padrões de consumo. Batizei carinhosamente esse método   de “Orkutnografia”.

Empresas têm muito a ganhar no processo de construção de   marcas se enxergarem nas redes sociais mais que meros canais de vendas e de   marketing viral. A Orkutnografia é uma grande oportunidade para entender,   mapear comportamentos e gerar relacionamentos genuínos e lucrativos,   para ambos os lados, entre marcas e consumidores.

*Sócio-diretor de Planejamento da Binder/FC+M Comunicação

Mídia Social é maior do que você pensa.

Assistam, o vídeo fala por si só.

[UPDATE] O vídeo foi feito pelo Erik Qualman, autor do livro “Socialnomics: How social media transforms our lives and the way we do business“.

Dica do Felipe.

burguer king no avesso da camisa.

Um dos contratempos mais comum dos patrocinadores de clubes de futebol do mundo é que na hora de comemorar o gol a maioria dos jogadores esconde o rosto e o logotipo do patrocinador colocando a camisa por cima da cabeça.

O Burguer King achou uma maneira muito boa (!) para driblar isso. Eles decidiram estampar o rosto do Rei, garoto-propaganda da marca, no avesso da camisa. Confiram na foto.

bk

O acordo em questão foi com o clube espanhol Getafe, custou US$ 1,8 milhão e é válido para a temporada 2009/2010.

Via Meio&Mensagem.